♪ Leon S. Kennedy (Resident Evil) | INFECTADO | AniRap



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Créditos –

▶ Voz/Letra: AniRap
▶ Participação Krauser: @MSdaikiOficial, Gideon: @OkabeOficial
▶ Mixagem/Masterização: ‪ @ALBKMUSIC
▶ Editor: Scar,Sadly,Ivou
▶ Beatmaker: @Khellvyn
▶ Thumb: @MSdaiki

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43 Comments

  1. Leon S. Kennedy (Resident Evil) – INFECTADO
    AniRap

    Tudo que eu vi, nunca esqueci
    Guardei comigo até o fim, fim
    Sei que Raccoon City mudou algo em mim
    Toda inocência eu perdi

    Mortos caminham, aguento a bronca
    Pra extinguir o vírus da Umbrella
    Só tinha essa forma
    Uma bomba atômica

    Depois daquele incidente
    Subi de patente pra missões à frente
    Eu vou salvar a filha do presidente
    Promessa sagrada, irei novamente

    Bebê águia tá na Europa
    Lista para guerras (guerras)
    Mayday, a partir de agora
    Tem um forasteiro vagando nessas tierras

    Fazenda infestada, eu limpo essa praga
    A 12 parada, vou pegar emprestada
    Vem de motosserra que eu vou de granada
    Recarrega o pente, não para, não para

    É bala na cara, desculpa a vidraça
    O sino tocando, todo mundo trava
    Pra onde tão indo? É hora do bingo?
    Mayday, tá na escuta? Tô entendendo nada

    Bebê águia encontrada, Ashley, me escuta
    Seu pai me enviou, cê precisa confiar em mim
    Tamo infectado, precisando da cura
    Felizmente eu sei bem quem que pode conseguir

    O passado volta, mais nada importa?
    Krauser, como pôde trair todos em volta?

    Cê me ensinou tudo, tudo que eu sei
    Tudo que eu me tornei foi graças a você
    Como cê pôde se corromper tanto?
    Nada justifica o que escolheu fazer

    Se cê conseguiu vencer
    Não tem muito o que dizer
    Eu te ensinei ou não ensinei
    Faça o que tem que fazer

    Condor Um, na escuta? Alvo à frente, menos um
    Autorizado ao abate, na minha mira, clack boom
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde, agora eu tô
    Vagando entre mortos
    Motosserra ou quarentão no pente
    Pode vim que eu solo
    Com 38, rifle ou réquiem
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde, agora eu tô

    De volta ao jogo, deixo bem claro
    Que eu ainda tô na ativa
    Investigando Victor Gideon
    Cê tá na minha mira

    Infectando civis
    É um sequestro ou será refém?
    Na minha mira vira
    Estatística pro réquiem

    Já que cê foi capturado, me diga o que quer saber
    Se quer mesmo o meu trabalho, ou se eu posso salvar você
    Eu tenho uma pergunta, mas seu hálito tá fedendo pra porra
    Sua boca fede a seu rabo, ou seu rabo fede a sua boca?

    Sigo cada passo que deixam pra trás
    Não posso salvá-la, é tarde demais
    Não sei o que eles tão procurando, mas
    A Grace é a chave, então vou atrás

    De volta onde isso começou
    O passado não me deixou
    Raccoon City novamente
    Seu policial voltou

    Aquece o motor, de volta ao jogo
    Onde tá a coleira das feras agora?
    Qual foi, hein, doutor? Cê tá irritado?
    Mas sai de perto com esse bafo de bosta

    Isso nunca foi o que eu quis, e aí, Mister X?
    Cê não mudou nada, me lembra o passado
    Isso não faz diferença, vamo pro segundo round
    Ainda posso te matar, não importa quantas vezes for necessário

    Se até as plantas de casa morrem
    Imagina as do subsolo
    Essa é a última marca da Umbrella
    Raccoon City, laboratório

    Até me deu nostalgia
    Esse demorou pra morrer
    Pra eu dizer isso é difícil
    Esse é o maior elogio que cê vai receber

    Último vírus da Umbrella, sem força
    Preciso acabar com essa peste
    Corpo infectado, visão limitada
    Até parece que eu vou cair pra uma febre

    Elpis é a esperança, Victor, vai pro inferno
    Que droga, tô ficando velho pra isso
    Mas que bafo horrível, Condor Um, na escuta?
    Missão concluída, câmbio, desligo

    Condor Um, na escuta? Alvo à frente, menos um
    Autorizado ao abate, na minha mira, clack boom
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde, agora eu tô
    Vagando entre mortos
    Motosserra ou quarentão no pente
    Pode vim que eu solo
    Com 38, rifle ou réquiem
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde, agora eu tô

  2. Mano, eu ri MUITO quando eu percebi que ele cantou uma referência pra CADA resident evil que o Leon apareceu mas deixou o da girafa de lado

  3. LETRA

    Tudo que eu vi,
    Nunca esqueci
    Guardei comigo até
    O fim, fim
    Sei que Raccoon City
    Mudou algo em mim
    Toda inocência eu perdi

    Mortos caminham,
    Aguento a bronca
    Pra extinguir o vírus da
    Umbrella
    Só tinha essa forma
    Uma bomba atômica

    Depois daquele incidente
    Subi de patente
    Pra missões à frente
    Eu vou salvar
    A filha do presidente
    Promessa sagrada,
    Irei novamente

    Bebê águia tá na Europa
    Lista para guerras
    (guerras)
    Mayday, a partir de agora
    Tem um forasteiro
    Vagando nessas tierras

    Fazenda infestada,
    Eu limpo essa praga
    A 12 parada,
    Vou pegar emprestada
    Vem de motosserra
    Que eu vou de granada
    Recarrega o pente,
    Não para, não para

    É bala na cara,
    Desculpa a vidraça
    O sino tocando,
    Todo mundo trava
    Pra onde tão indo?
    É hora do bingo?
    Mayday, tá na escuta?
    Tô entendendo nada

    Bebê águia encontrada,
    Ashley, me escuta
    Seu pai me enviou,
    Vê precisa confiar em mim
    Tamo infectado,
    Precisando da cura
    Felizmente eu sei bem quem
    Que pode conseguir

    O passado volta,
    Mais nada importa?
    Krauser, como pôde trair
    Todos em volta?

    L: Cê me ensinou tudo,
    L: Tudo que eu sei
    L: Tudo que eu me tornei
    L: Foi graças a você
    L: Como cê pôde se
    L: Corromper tanto?
    L: Nada justifica o que
    L: Escolheu fazer

    K: Se cê conseguiu vencer
    K: Não tem muito o que dizer
    K: Eu te ensinei ou não ensinei
    L/K: Faça o que tem que fazer

    REFRÃO
    Condor Um, na escuta?
    Alvo à frente, menos um
    Autorizado ao abate, na minha mira,
    Clack boom
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde,
    Agora eu tô

    Vagando entre mortos
    Motosserra ou quarentão no pente
    Pode vim que eu solo
    Com 38, rifle ou réquiem
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde,
    Agora eu tô

    De volta ao jogo,
    Deixo bem claro
    Que eu ainda tô na ativa
    Investigando Victor Gideon
    Cê tá na minha mira

    Infectando civis
    É um sequestro ou
    Será refém?
    Na minha mira vira
    Estatística pro réquiem

    G: Já que cê foi capturado,
    G: Me diga o que quer saber
    G: Se quer mesmo o meu trabalho,
    G: Ou se eu posso salvar você
    L: Eu tenho uma pergunta,
    L: Mas seu hálito tá fedendo pra porra
    L: Sua boca fede a seu rabo,
    L: Ou seu rabo fede a sua boca?

    Sigo cada passo
    Que deixam pra trás
    Não posso salvá-la,
    É tarde demais
    Não sei o que eles
    Tão procurando, mas
    A Grace é a chave,
    Então vou atrás

    De volta onde isso começou
    O passado não me deixou
    Raccoon City novamente
    Seu policial voltou

    Aquece o motor,
    De volta ao jogo
    Onde tá a coleira
    Das feras agora?
    Qual foi, hein, doutor?
    Cê tá irritado?
    Mas sai de perto com
    Esse bafo de bosta

    Isso nunca foi o que eu quis,
    E aí, Mister X?
    Cê não mudou nada,
    Me lembra o passado
    Isso não faz diferença,
    Vamo pro segundo round
    Ainda posso te matar,
    Não importa quantas
    Vezes for necessário

    Se até as plantas de casa morrem
    Imagina as do subsolo
    Essa é a última marca da Umbrella
    Raccoon City, laboratório

    Até me deu nostalgia
    Esse demorou pra morrer
    Pra eu dizer isso é difícil
    Esse é o maior elogio
    Que cê vai receber

    Último vírus da Umbrella,
    Sem força
    Preciso acabar com essa peste
    Corpo infectado,
    Visão limitada
    Até parece que eu vou cair
    Pra uma febre

    Elpis é a esperança,
    Victor, vai pro inferno
    Que droga,
    Tô ficando velho pra isso
    Mas que bafo horrível,
    Condor Um, na escuta?
    Missão concluída,
    Câmbio, desligo

    REFRÃO
    Condor Um, na escuta?
    Alvo à frente, menos um
    Autorizado ao abate, na minha mira,
    Clack boom
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde,
    Agora eu tô

    Vagando entre mortos
    Motosserra ou quarentão no pente
    Pode vim que eu solo
    Com 38, rifle ou réquiem
    O mundo se infectou
    Fez de mim quem hoje eu sou
    Pra que essa culpa não me afunde,
    Agora eu tô

    Participações
    Leon S. Kennedy – AniRap
    Jack Krauser – MS Daiki
    Victor Gideon – Okabe

  4. Essa ficou braba demais 1.000/10, mas venho pedir humildemente pra que o Ani faça uma do Kyle Crane desde o dying light 1 até o dying light the beast, ou faça como preferir. Mas por favor, traga uma obra prima dessa

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