D. MARIA. A RAINHA LOUCA – EDUARDO BUENO



Todo mundo sabe que o Brasil ja teve reis, imperadores, presidentes e ditadores. O que quase ninguém lembra, é que teve também teve uma rainha. E para melhorar, uma rainha louca. Venha conhecer D. Maria I , a governante ideal para o Brasil em 2019.

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Bibliografia:
D. Maria I (1777 – 1792) Subsídios para revisão da história do seu reinado. – Caetano Beirão.
D. Maria I. A vida notável de uma rainha louca. – Jenifer Roberts.
Império à deriva – Patrick Wilken
História de Portugal – J. H. de Oliveira Marques.
Brasil, uma história – Eduardo Bueno

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Roteiro: Eduardo Bueno
Produção: Letícia Pacheco
Câmera e Som: César Carrapito
Edição: Lais Dantas e Nathália Silva
Pesquisa iconográfica e Direção de Conteúdo: Eduardo Bueno
Produção Executiva: www.flocks.tv

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27 Comments

  1. Adorei o vídeo, parabéns pelo seu trabalho. Apenas algumas observações… D. Maria não teve irmão, apenas irmãs. O seu título de piedosa estava relacionado mais ao fato dela perdoar os Távoras e alguns padres que estavam presos e exilados por serem acusados de trair D.José I, o que na verdade havia sido uma perseguição empreendida pelo Pombal, a fim de centralizar o poder, os que não foram presos foram assassinados de forma brutal. É importante pensar que D. Maria entrou pra história como louca por ser mulher, assim como a Dilma sofrera violência política de gênero, sendo colocada como irracional ou incapaz de governar.

  2. Não foi bem por isso por que ela ficou louca nâo. O pai dela, por causa do Moro de Portugal, aquela desgraça denominada Marquês de Pombal, acabou com a familia Távora. O pai dela tinha uma amante que era mulher do filho do patriarca dos Tavoras, amigo do rei, que era totalmente contra o Marquês de Pombal e suas políticas. O rei sofreu um atentado, provavelmente encomendado pelo Marquês e o Marques de Pombal, se aproveitou disso para virar promotor e juiz do caso, apontando a familia Távora como os mandantes do crime. Arrumou deloimentos com base em tortura e manipulou tudo para só um resultado. Todos os membros da familia foram sentenciados à morte por suplicios horrendos e Maria, a louca, teve que implorar para o pai livrar as crianças e senhoras idosas da familia. Religiosa que era, sabia que o pai iria para o inferno pela injustiça cometida e ficou abalada com o que foi feito com a família e alguns amigos deles.
    Alguns panacas ficam falando de déspota esclarecido sobre o Marquês de Pombal, mas se querem saber se alguém é representante do inferno é só ver as forças da natureza se abatendo sobre a época em que o sujeito vive e governa (pandemias, terremotos, maremotos); a natureza dá o sinal. Aquele terremoto seguido de maremoto em Portugal foi um grande sinal, bem como a covid por aqui. Além do mais, não foram os jesuítas as principais vitimas do Marquês aqui no Brasil, foram os indios que viviam nas missões do sul, que foram dizimados. Quem gosta de gente assim, não pode reclamar do Moro fazendo a mesma coisa em grau menor; o juiz que é ao mesmo tempo investigador, promotor e executor, manipulando e forjando provas para obter o resultado que lhe interessa.

  3. Maria I da Inglaterra, também conhecida como Maria Sanguinária, foi rainha de 1553 a 1558. Ela era filha de Henrique VIII e Catarina de Aragão e é uma figura histórica notável por várias razões:

    1. *Restauração do Catolicismo:* Maria I tentou restaurar o catolicismo na Inglaterra após a reforma protestante iniciada por seu pai. Ela buscou reverter as políticas religiosas de Henrique VIII e Eduardo VI, promovendo a volta da Igreja Católica.

    2. *Perseguições Religiosas:* Seu reinado ficou marcado por perseguições a protestantes, o que lhe rendeu o apelido de "Maria Sanguinária". Muitas pessoas foram executadas ou queimadas na fogueira por suas crenças religiosas.

    3. *Casamento com Filipe II da Espanha:* Maria casou-se com Filipe II da Espanha, uma aliança política que visava fortalecer os laços entre os dois países e restaurar o catolicismo, mas que foi impopular entre os ingleses.

    4. *Legado:* O reinado de Maria foi breve e tumultuado, culminando em sua morte em 1558. Após sua morte, Elizabeth I, sua meia-irmã, ascendeu ao trono e estabeleceu um período de relativa estabilidade religiosa.

    Maria I é lembrada por suas tentativas fervorosas de restaurar o catolicismo na Inglaterra e pelas consequências trágicas de suas decisões políticas e religiosas. Se você tiver mais perguntas ou quiser explorar algum aspecto específico sobre ela, estou à disposição!

  4. Que tal o episódio da execução da família Távora? A maldição começou ali. 1758. O monumento aos Restauradores fica entre a Liberdade e a praça D Pedro IV (nosso Pedro I) em Lisboa.

  5. 9:21 Identifico a minha família paterna. É como se não fosse a mesma pessoa, em um momento está antissocial, quieta, depressiva e noutro tudo muda, começa a falar sem parar, repetindo incontáveis vezes as mesmas ladainhas.

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