O fundamentalismo religioso e o direito de existir | Episódio #1 Fé na sua fé



É possível dialogar quando a própria existência está no jogo?

Neste episódio de “Fé na sua fé”, o pastor e teólogo Ed René Kivitz recebe a deputada federal Erika Hilton para uma conversa franca e poderosa sobre os limites do diálogo, a instrumentalização do sagrado na política e o direito à vida e à dignidade. Um debate urgente sobre como a fé cristã foi sequestrada pelo ódio e como o verdadeiro evangelho defende os marginalizados.

Erika Hilton é deputada federal, ativista dos direitos humanos e da comunidade LGBTQIA+, presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados e reconhecida internacionalmente por sua liderança e coragem na defesa das minorias e na construção de uma política inclusiva no Brasil.

Fé na sua Fé | Idealização e realização

Raimundo Barreto [Seminário Teológico de Princeton], João Chaves [Departamento de Religião da Universidade de Baylor], Ed René Kivitz e Fernanda Kivitz [Instituto Galilea].

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36 Comments

  1. Parabéns, Erika. Deveríamos pensar numa lei em que proibisse os pais expulsarem seus filhos por questões dogmáticas, religiosas ou de gênero antes da maior idade.
    Evitando que jovens caiam na marginalidade e sejam expostos a violência. Que os que fizeram isso respondam civil e criminalmente.
    😢

  2. não é por que tenho ou se tem ódio não, você não pode generalizar, é uma questão de ser ou homem ou mulher, mais é perca de tempo falar com você sobre isso, você pela inteligência que tem nem precisaria levantar essa bandeira ideologica pra ganhar alguma coisa

  3. Olá! Me chama Ana. Uma mulher de sessenta anos. Todos os espaços que ocupo desde criança são desafiadores.
    Fui mãe aos 21 anos. E tive quatro filhos. Quero deixar aqui meu testemunho para contribuir com a conversa. Eu engravidei do terceiro filho, aos 33 anos a partir de um estuprxx. E decidi ter meu filho. Não foi nada fácil. Foram os 9 meses mais angustiantes. Pois,eu sabia que meu casamento não iria sobreviver. Esse bebê nasceu menina. Mas, ao longo do tempo e na pandemia aconteceu a transição. São tantas camadas de emoções nesse meu enredo… Enfim, tenho muita fé.
    E o meu amor que me habita me moveu a tomar cada decisão.
    Resumindo: Minha família: Uma filha lésbica casada e que já me presenteou com netinho. E meu filho, anos depois surge na minha vida, criatura corajosa e que está casado agora.
    A Érika me faz sentir esperança e coragem.
    Tenho muito orgulho de ter quatro filhos, dois deles lgbtqiap, e isso me ensina muito sobre ser e estar no mundo ocupando meus lugares de cabeça erguida.
    Enfim, junção de pessoas, família.
    Estou emocionada. Estou com coragem mas tenho medo do resultado das urnas.
    O Amor Maior … Eu oro.

  4. Eu admiro tanto, tanto, tanto essa mulher. Sempre que vejo ela falando fico mais apaixonada. Ela é incrível, a forma de falar, a consciência sobre ela mesma, mulher gigante, maravilhosa, inteligente.

  5. Encantada com a entrevista, quanto de amor, o quanto de respeito e sabedoria foi esbanjado, amo admiro mais ainda a Érica, e o Pastor que condução respeitosa , um homem verdadeiramente de Deus!

  6. Peço que o pastor Ed coloque legenda ou um tradutor/intérprete de Libras-Português, em quaisquer de suas redes e postagens, para que as comunidades de surdos brasileiras possam ter acesso. Por favor….

  7. Quando Erika chegar diante de Cristo, após um abraço transdimensional gostoso, será recebida com excelentes festas onde milhões de ministros celestes se alegrarão com sua chegada. Mas aqui na Terra, possivelmente ela será canonizada pelos católicos e nossos bisnetos idosos a verão como santa. Adoro kkkk

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